Gambás, o chamado característico
O gambá entra pelo telhado, pela árvore encostada na casa ou por abertura na laje, e se instala no forro, no vão do telhado e na área de lazer. O incômodo vem acompanhado de risco: urina e cheiro forte, pulgas e carrapatos que ele carrega e, em situação de confronto, risco de transmissão de raiva.
O tratamento correto tem três etapas: identificar a entrada, remover o atrativo (ração de animal, fruta caída, lixo acessível) e vedar o acesso depois da retirada do animal, com destinação adequada conforme a legislação ambiental.
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Morcegos
Morcego é animal protegido e exige manejo com regra própria, além do cuidado sanitário. Ele costuma ocupar vão de laje, forro e telhado, e o sinal mais comum é o acúmulo de fezes no ponto de acesso. Tocar no animal com a mão descoberta nunca é a conduta correta.
Avaliamos a origem, a existência de colônia e conduzimos o procedimento adequado, orientando a família sobre o que fazer enquanto isso, inclusive sobre a limpeza segura da área afetada.
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Cupim de solo e de madeira seca
Os sinais clássicos são túneis de terra, madeira oca, porta estufada e rodapé danificado, com risco de comprometimento estrutural. Um ponto que muda tudo: o foco visível raramente representa toda a colônia. A inspeção técnica detalhada é o que define a extensão real antes de qualquer aplicação.
Para o subterrâneo, o tratamento combina perfuração, tratamento de solo com barreira química contínua e sistema de iscagem, com o objetivo de interromper a comunicação entre a colônia e a estrutura. Para o cupim de madeira seca, que vive dentro da peça, o caminho é injeção localizada e tratamento da madeira, ou substituição do que já está comprometido.
Na prevenção: evitar contato direto da madeira com o solo e eliminar o excesso de umidade.
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Escorpião-amarelo
A proximidade da mata faz do escorpião uma ocorrência real na região. Ele entra por fresta de muro, ralo, caixa de inspeção e material de construção guardado no quintal. Escorpião dentro de casa é prioridade alta, e em quarto de criança passa a ser prioridade crítica.
O controle atua em duas frentes: barreira química nos pontos de acesso e redução das baratas, que são o alimento principal dele.
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Roedores
Rato de telhado ocupa forro, sótão e garagem, e a ratazana prefere o nível do solo, em terreno com mato e entulho. O risco é sanitário e também elétrico: a mordida em fiação é causa frequente de falha e princípio de incêndio.
O controle investiga alimento, abrigo e via de acesso, e usa porta-iscas de segurança com chave nos pontos de passagem identificados.
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Mosquitos e pernilongos
Jardim extenso, irrigação, reservatório e drenagem insuficiente mantêm a população alta por todo o ano. O primeiro passo é eliminar criadouros, e o segundo tratar a vegetação com termonebulização, o que devolve o uso da área externa nos dias quentes.
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