Baratas, o chamado número um
A barata alemã domina cozinha, estoque e área de preparo, e se multiplica rápido em ambiente quente e úmido com alimento disponível. Além do aspecto, ela é vetor mecânico de contaminação de superfície e utensílio, o que a torna ponto crítico em área de alimentação.
O controle combina inspeção dos focos, gel e aplicação dirigida nos pontos certos, além da correção de umidade e de acesso. Monitoramento é o que impede a recolonização.
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Roedores em área de alimentação
Roedor em área de alimentação é risco crítico, pelo risco sanitário direto. Ratazana chega por ralo, tubulação e fresta de porta, e se instala em estoque, forro e área de resíduo.
O controle investiga alimento, abrigo e via de acesso, com porta-iscas de segurança em pontos fixos, e trata a vedação, que é o que impede a reincidência.
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Pombos e aves em fachada e galpão
Viga, telhado, marquise e doca são pontos de pouso. O problema não é a ave em si, é o acúmulo de fezes, com risco sanitário e corrosão de superfície, além da presença de ácaro e de ectoparasita.
A conduta correta combina barreira física instalada no ponto de pouso e limpeza descontaminada, porque só afugentar resolve por poucos dias.
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Mosquitos em água acumulada
Calha entupida, caixa de inspeção, pneu e recipiente esquecido em terreno e estacionamento criam criadouro. Em área com movimento de pessoas, o incômodo vira queda de produtividade e reclamação.
O trabalho começa na eliminação de criadouro e segue no tratamento de vegetação e área de sombra, onde o adulto se abriga.
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Formigas em estoque e copa
Formiga em cozinha e estoque contamina alimento e, em volume, compromete produto armazenado. A dificuldade é que a colônia quase nunca está onde aparece o rastro.
O controle é feito com isca e aplicação dirigida no percurso, identificando o ponto de entrada, e não com pulverização generalizada.
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Cupins em imóvel e condomínio
Em construção com madeira, forro, deck e jardim irrigado, o cupim encontra ambiente favorável. Os sinais são madeira oca, porta e rodapé estufados, e o dano costuma aparecer quando a colônia já está estabelecida.
A inspeção técnica define a espécie e a extensão, e o tratamento é definido a partir disso, porque cupim de solo e de madeira seca exigem condutas diferentes.
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